Viver com as sobras da causalidade, sem conhecer-se
realmente, sem conhecer seu próprio potencial e sem saber onde quer ou pode
chegar. Contentar-se em suportar a vida, sem grandes metas, sem grandes
planos, sem grande fascino por ela. Contentar-se com aparências, com
futilidades, com pequenas coincidências que parecem indicar um caminho.
Contentar-se com conversas pequenas, com almas pequenas. Abraçar o
destino e suas causas, arrastando sua habilidade de criar oportunidades
para o buraco. Não ter ideia de que as oportunidades são criadas por
você e não são alheias a você. Quem um dia já penetrou na causalidade e
mergulhou em seu denso oceano jamais se contentará com seus respingos.
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