Nossas perdas deveriam ser um
lugar comum para nós já que frequentemente andamos por esses vales, o qual não gostamos da paisagem. Tentamos olhar o mínimo possível para onde nossas perdas estão
expostas como troféus, e equilibramo-nos numa estreita trilha em meio à realidade, a qual, com
frequência, tropeçamos, e vemos por alguns instantes o caminho tal qual ele é. Para cada escolha que fizemos, deixamos passar infinitas possibilidades que nunca mais voltarão, ou seja, ganhar é apenas uma maneira otimista de ver nossa finitude, dando ênfase nossas experiências únicas. Como disse Schopenhauer, como podemos levar a sério algo que dura apenas um segundo?
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