A vaidade, megalomaníaca e competitiva, considera-se dona de coisas que nunca serão nossas, e ao registrar
o menor abalo em suas “posses”, domina nossa mente expulsando tudo que de bom lá
habita, deixando nossa inveja e egoísmo correrem soltos pelas galerias do nosso
ser, tornando esse lugar, um lugar perigoso, cheio de ilusões, anseios, medos,
isento de qualquer culpa, e por fim, acaba travando uma sangrenta batalha
contra nossa razão.
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