O homem é a medida de todas as coisas. Frase essa cunhada pelo filósofo Protágoras, pode ser atribuída tanto para humanidade enquanto ser humano como para o ser humano enquanto humanidade. No caso da humanidade enquanto ser humano, chegamos a conclusão de que cada qual é único em desejos, vontades e percepções, os quais não podem ser compartilhados atomicamente, sem qualquer resquício de múltiplas interpretações providas por outrem. Bem assim como, todas as certezas e razões inventadas pelo ser humano enquanto humanidade só são válidas enquanto seus pensamentos e suas percepções existirem tais quais são, ou seja, não servem como certezas absolutas que, de alguma forma, poderiam reger as leis universais. Mesmo por que, o ser humano enquanto humanidade não passar de humanidade enquanto ser humano, logo, suas verdades e certezas são apenas um achismo comum sem muita credibilidade para ele mesmo. Isso caracteriza-se pela vontade de poder inerente ao vida humana, poder ser, poder ter, poder fazer e com isso sentir-se o senhor de si próprio.
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