Diante da nossa consciência sempre conseguimos justificar nossos motivos, mesmo sendo eles questionáveis. Mesmo que as mesmas ações independentes dos motivos, quando praticadas por outros, sejam inaceitáveis. Mesmo que as justificativas sejam boas, quando não são nossas, ainda ficaremos em dúvidas e aceitaremos com ressalvas. Isso tudo por um simples motivo: Jamais conseguiremos julgar qualquer ação pelo seu valor real, ou pelo seu real motivador, por sua essência. Toda e qualquer ações é julgada por seus finais, seus desfechos e assim por diante. Isso mostra o quanto somos incapazes de julgamentos certeiros ou de um entendimento indivisível para com outrem. Mas, infelizmente, nós julgamos! Julgamos tudo e todos, nosso cérebro é feito para isso, para tomar decisões, julgar, escolher. Diante dessa força julgadora natural que nos acompanha, apenas nos resta entender a incapacidade da compreensão humana para não sermos tão hipócritas em nossos julgamentos, que querendo ou não, são influências por nosso ego, puxando assim a sardinha pro nosso lado.
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