A idéia de "destino" implica não tanto na natureza peculiar dos golpes que traz quanto a incapacidade humana de prevê-los, que dirá previni-los ou controlá-los. Implica a impotência e o infortúnio das vítimas, mais que a particular crueldade do dano e da perda. O "destino" destingue-se dos outros desastres por atacar sem aviso e por ser cego àquilo que suas vítimas fazem ou deixam de fazer para escapar aos seus golpes. O "destino" sempre representou a ignorância e a impotência humanas, e devia seu poder tremendamente assustador a falta de recursos de suas vítimas.
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